Parceria 10

EGRANA

Menos de meia hora de exercícios por dia ajudam a curar a depressão

Segundo os médicos, 25 minutos de exercícios por dia reduzem o stress e a raiva e aumentam a sensação de bem-estar. Para eles, o exercício devia ser prescrito como parte do tratamento para a depressão.
Jasper Smiths, psicólogo da Universidade Metodista de Dallas acha que o exercício pode ajudar os medicamentos ou, até mesmo, substituí-los. De acordo com ele, atividade física pode ser a solução para aquelas pessoas que não têm acesso ao tratamento tradicional pelo seu alto custo.

“Indivíduos que se exercitam possuem níveis menores de stress e de raiva” diz Smiths. “O exercício afeta o cérebro como um antidepressivo, no sistema neurotransmissor do cérebro e pode ajudar pacientes com depressão a restabelecer comportamentos saudáveis”.
Pesquisas anteriores mostraram que os tratamentos tradicionais não funcionam para todos os que precisam deles. Os exercícios, ao contrário, funcionam para todos e ainda trariam o benefício de aliviar sintomas de depressão como aceleração de batimento cardíaco e de respiração.
E o exercício não forneceria apenas melhorias a longo prazo. Depois de 25 minutos de exercício você estaria mais relaxado, tem mais energia e estará motivado a fazer exercícios no dia seguinte.
De acordo com os cientistas mau humor não é mais um motivo para não se exercitar e sim para fazer atividade física.
Fonte: Telegraph/http://hypescience.com/menos-de-meia-hora-de-exercicios-por-dia-ajudam-a-curar-a-depressao/
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Masturbação faz mal para a saúde. Mito ou realidade?

Mito ou verdade?

Por  em 6.12.2013 as 17:34
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É só fazer uma rápida pesquisa na Internet pela palavra “masturbação” para que você encontre centenas, se não milhares, de gírias para designar o ato. Esta proliferação de gírias sugere que as pessoas querem falar sobre masturbação, contudo, se sentem desconfortáveis ​​em fazê-lo diretamente. A utilização de termos de comédia fornece uma maneira mais socialmente aceitável para se expressar.
Então, antes de falar mais sobre isso, vamos tentar normalizar um pouco. Masturbação, ou tocar nossos próprios órgãos genitais por prazer, é algo que os bebês fazem a partir do momento em que estão no útero. É uma parte natural e normal do desenvolvimento sexual saudável.
De acordo com uma amostra nacionalmente representativa dos Estados Unidos, 94% dos homens admitem se masturbar, assim como 85% das mulheres. Porém, as perspectivas sociais da masturbação ainda variam muito e há mesmo alguns estigmas em torno da prática dela.
Relacionados com este estigma estão os muitos mitos sobre masturbação, mitos tão ridículos que chega a ser incrível que alguém ainda acredite neles (como masturbação causa cegueira e loucura, masturbação pode fazer órgãos sexuais caírem, e masturbação causa infertilidade).
Mas a realidade é bem diferente. Na verdade, a masturbação tem muitos benefícios à saúde. Para as mulheres, a masturbação pode ajudar a prevenir infecções cervicais e infecções do trato urinário por meio do efeito “tenda” ou “balão”, como é conhecida a abertura do colo do útero que ocorre como parte do processo de excitação. O efeito tenda estende do colo e, portanto, o muco cervical. Isso permite a circulação de fluídos, permitindo que fluídos cervicais cheio de bactérias sejam eliminados.
A masturbação ainda pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 (embora esta associação também possa ser explicada por uma saúde melhor, em geral), e a insônia através da liberação hormonal e de tensão, e aumentar a força do pavimento pélvico através das contrações que ocorrem durante o orgasmo.
Para os homens, a masturbação ajuda a reduzir o risco de câncer de próstata, provavelmente dando à próstata a chance de expulsar agentes causadores de câncer em potencial.
Ela ainda melhora o funcionamento do sistema imunológico, aumentando os níveis de cortisol, que, em pequenas doses, pode regular o funcionamento deste sistema. Também reduz a depressão ao aumentar a quantidade de endorfinas na corrente sanguínea.
Além disso, a masturbação pode impedir indiretamente a infertilidade por proteger as pessoas de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) que podem levar à infertilidade – afinal, você não pode dar a si mesmo uma destas infecções.
Um benefício final para masturbação: é o método mais conveniente para maximizar orgasmos. E há uma abundância de benefícios adicionais com orgasmos, em geral, incluindo a redução do estresse, redução da pressão sanguínea, aumento da autoestima e redução da dor.
Do ponto de vista da saúde sexual, a masturbação é um dos comportamentos mais seguros. Não há risco de gravidez ou proliferação de doenças sexualmente transmissíveis, não há nenhum risco de decepcionar um parceiro ou a ansiedade sobre o seu desempenho, e não há nenhuma bagagem emocional.
E, apenas a um braço de distância, a masturbação pode ser mútua. Masturbação mútua (quando os dois parceiros que estão se dando prazer na companhia um do outro) é uma ótima (e segura) atividade para incorporar nas relações sexuais acompanhadas.
Pode ser especialmente boa para começar a aprender mais sobre o que seu parceiro gosta e demonstrar ao seu parceiro o que você gosta. A comunicação aberta com um parceiro vai melhorar a sua vida sexual e relacionamento, mas também é importante para moldar as habilidades de comunicação para as gerações mais jovens.
Falar sobre masturbação também tem benefícios. Promover visualizações positivas do sexo em nossas próprias casas e na sociedade, incluindo a respeito da masturbação, nos permite ensinar aos jovens comportamentos e atitudes saudáveis ​​sem o estigma e a vergonha. Os pais e encarregados de educação que se sentem constrangidos ou precisam de orientação extra para fazer isso devem procurar fontes de informação sexo-positivas, como as de universidades respeitadas. [Medical Xpress]
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19 coisas que acabam com sua força de vontade (e como lidar com elas)

Dica de final de ano....

Por  em 2.12.2013 as 22:00

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O fim do ano se aproxima e, provavelmente, muitos de seus amigos (ou muitos de vocês) vão se inscrever numa academia, iniciar um “Projeto Verão” e se exercitar com disciplina durante alguns meses… só para depois abandonar tudo que começaram. Existem pelo menos 19 razões por trás desse tipo de comportamento. Há como lidar com elas, no entanto. Confira as dicas de David DiSalvo, colaborador da Forbes:

1. Muita vontade, pouco equilíbrio

A onda de inscrições em academias no começo do ano é um fenômeno praticamente mundial, e em geral é fruto de uma vontade exagerada de entrar em forma para poder ir à praia sem se sentir constrangido por causa de gordura localizada ou de algumas estrias.
Embora o simples fato de iniciar uma rotina de exercícios seja bom, não é suficiente: é importante ter equilíbrio na hora de aplicar sua força de vontade, ou então ela vai acabar em questão de semanas – e isso vale para outros casos de “explosões de vontade”.

2. Excesso de autoconfiança

“Me livrei do vício do cigarro, não se preocupe”, disse aquele seu amigo que voltou a fumar alguns meses depois de ter parado.
Muitas vezes, ficamos tão satisfeitos por termos superado um hábito (fumar, comer demais etc.) que acabamos superestimando nossa capacidade de evitar uma recaída.
Se quiser testá-la, faça com cautela.

3. Há limite para o autocontrole

Até mesmo aqueles monges tibetanos que passam horas (ou dias) meditando precisam recarregar sua força de vontade depois de algum tempo. Se isso vale para pessoas disciplinadas como eles, vale ainda mais para pessoas, digamos, comuns.
Não é por acaso que muitos casos de traição acontecem à noite: nesse período, boa parte da nossa capacidade de resistir a tentações foi gasta ao longo do dia (o que não justifica, mas explica o fenômeno).

4. Pouca energia para o cérebro

O cérebro consome cerca de 25% da glicose que circula no organismo de uma pessoa e, em situações de estresse, essa demanda aumenta. Se o corpo não fornecer combustível suficiente, as funções cerebrais (inclusive o autocontrole) ficam comprometidas.

5. Mudar exige constância

Nossos padrões de comportamento não são como uma montanha, inertes: eles ganham força, e superá-los fica mais difícil com o tempo. São como uma escada rolante que vai ficando mais rápida conforme você sobe, exigindo mais e mais energia.
Ter consciência disso é um recurso fundamental na hora de lidar com eles.

6. Pensamentos automáticos negativos

Como forma de lidar com o excesso de complexidade de nossas vidas, é comum recorrer a pensamentos automáticos, que não são fruto de uma reflexão feita no momento, mas que surgiram anteriormente e acabaram “ficando”.
Se houver pensamentos negativos (“isso é ruim”, “não consigo fazer isso”, “não levo jeito para isso”) entre eles, será mais difícil agir, porque eles enfraquecem sua determinação.
Identifique-os e, na medida do possível, lute contra eles.

7. Excesso de independência

Nem mesmo protagonistas de filmes de ação conhecidos por “fazer tudo sozinhos” (o que no fim das contas não corresponde à realidade do filme, já que eles quase sempre contam com o apoio indireto de outros personagens) conseguem agir com total independência por muito tempo – a falta de suporte e a sensação de pequenez diante dos problemas pouco a pouco corroem a força de vontade.

8. Reflexão ajuda, mas não basta

Muitas vezes caímos na ilusão de que, se passarmos tempo suficiente refletindo, vamos conseguir resolver um determinado problema. Infelizmente, nem sempre a solução surge com esse tipo de abordagem, já que há informações que só conseguimos na hora de agir.
Além disso, esperar muito tempo por uma “inspiração” pode, no fundo, ser apenas uma forma de procrastinar (ou seja, adiar a ação).

9. “Na prática, a teoria é outra”

Levando em conta o item número 8, podemos concluir que um plano que pareça bom “no papel” não necessariamente vai ser bom o suficiente na hora da execução – normalmente por conta de imprevistos.
Tenha fé em seus planos, mas não exagere, pois o risco de se frustrar é grande.
Melhor do que apostar todas as suas fichas em uma única abordagem seria ter um plano B, um C, um D… Ou exercitar sua capacidade de se adaptar a novas condições.

10. Falta de sono

Mesmo sabendo o quanto uma boa noite de sono é necessária para manter o bom funcionamento do cérebro, muitos de nós insistem em agir como se uma ou duas horas a menos não fizessem falta. Ledo engano: se quebrarmos o ciclo do sono, temos o risco de acordar tão cansados (ou até mais) quanto estávamos antes de dormir.
Não é preciso ressaltar que isso tem um grande impacto na força de vontade.

11. Subestimar os efeitos químicos dos alimentos (e das bebidas)

Refeições podem ser grandes aliadas na hora de enfrentar problemas, dando energia necessária para agirmos (ou, como você viu no item 4, pensarmos); por outro lado, também podem ser uma das causas do nosso fracasso em determinada tarefa: uma comida muito “pesada” pode aumentar a tentação de tirar um cochilo à tarde, e uma cerveja a mais pode diminuir nossa disposição.
Reconhecer esses possíveis efeitos deve ajudar você a não superestimar sua capacidade de lidar com eles (item 2).

12. Falta de fé (em si mesmo)

Não acreditar que seremos capazes de algo (como tirar a habilitação de motorista ou passar no vestibular) é um passo rumo ao fracasso, pois essa falta de fé pode dar início a um processo interno de autossabotagem: o medo de falhar aumenta por conta da certeza de que vamos falhar; a ideia do fracasso se torna mais próxima e gera ansiedade; ansiedade prejudica o desempenho…
Naturalmente, a crença de que você vai conseguir não garante o sucesso, mas é um ingrediente fundamental para ele (a menos que você prefira contar com a sorte).

13. Nos acostumamos a desistir

“Ah, hoje eu não vou na academia. Vou amanhã”. O amanhã chega, e, estranhamente, deixar de ir à academia ficou mais fácil. Se você ceder à tentação mais uma vez, será ainda mais fácil desistir no dia seguinte.
De alguma forma, nós acabamos nos habituando a desistir de certos sacrifícios, e essa desistência se torna cada vez mais natural – o que pode culminar em um abandono definitivo de um projeto.

14. Falta de feedback

Fruto do excesso de independência (item 7), a falta de feedback a respeito das nossas ações tende a provocar desânimo, além de uma sensação de que “ninguém se importa”.
Outro problema é a ausência de um olhar externo, que poderia nos ajudar a perceber certas falhas que cometemos.

15. Pensamos no pior que pode acontecer

A ideia de se preparar para o pior é sensata, mas pode acabar caindo no exagero e fazendo com que desanimemos.
Essa é uma espécie de autossabotagem (item 12), que pode gerar uma ansiedade desnecessária e uma desistência por conta de algo que provavelmente nem aconteceria.

16. Foco excessivo na jornada

A expectativa de atingir um objetivo pode acabar sendo maior do que a satisfação de atingi-lo. Contudo, levar essa ideia muito a sério pode fazer com que uma pessoa perca seu objetivo de vista e, pouco tempo depois, desanime.
É importante equilibrar o apreço pela meta e com o apreço pela jornada.

17. A armadilha do hábito

Tudo começa com uma ideia, uma ação e uma recompensa. O ciclo se repete e, em pouco tempo, você tem um hábito (ou um vício), que exige uma boa força de vontade para ser quebrado.
Tenha consciência disso e não se deixe enganar: o “só vou experimentar uma vez” pode não ser uma ideia tão inocente quanto parece à primeira vista.

18. Vontade sem técnica

Ferramentas e métodos errados não apenas aumentam as chances de falhar: eles tornam processos mais difíceis do que deveriam ser e fazem com que demandem mais esforço.
Causam, no fim das contas, um gasto desnecessário do seu “combustível”.

19. Licença moral

Existe uma tendência a acreditar que fazer algo louvável pode compensar uma prática ruim (ideia batizada de “licença moral” pelos psicólogos), o que nem sempre é verdade.
Com esse (falso) recurso em mãos, podemos acabar escolhendo caminhos mais fáceis, que não exijam tanta força de vontade – e essa falta de prática tende a enfraquecê-la. [Forbes]
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13 coisas que as pessoas mentalmente fortes evitam

Ser fortes....

13 coisas que as pessoas mentalmente fortes evitam

Por  em 27.11.2013 as 17:00
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Inúmeros artigos, particularmente voltados a empreendedores, falam sobre as características críticas das pessoas mentalmente fortes, como tenacidade, otimismo e uma capacidade de superar obstáculos.
No entanto, também podemos definir força mental identificando as coisas que indivíduos mentalmente fortes não fazem. Confira alguns desses itens na lista compilada pela psicoterapeuta e assistente social Amy Morin:

1. Perder tempo sentindo pena de si mesmas

Você não vê pessoas mentalmente fortes sentindo pena de si mesmas ou suas circunstâncias. Elas aprenderam a assumir a responsabilidade por suas ações e resultados, e têm uma compreensão inerente de que muitas vezes a vida não é justa. Elas são capazes de emergir de uma situação difícil com consciência e gratidão pelas lições aprendidas. Quando uma ocasião acaba mal para elas, pessoas fortes simplesmente seguem em frente.

2. Ser controladas ou subjugadas

Pessoas mentalmente fortes evitam dar aos outros o poder de fazê-los sentir-se inferiores ou ruins. Elas entendem que estão no controle de suas ações e emoções. Elas sabem que a sua força está na sua capacidade de reagir de maneira adequada.

3. Fugir de mudanças

Pessoas mentalmente fortes aceitam e abraçam a mudança. Seu maior “medo”, se tiverem um, não é do desconhecido, mas de tornarem-se complacentes e estagnadas. Um ambiente de mudança e incerteza pode energizar uma pessoa mentalmente forte e estimular o seu melhor lado.

4. Gastar energia em coisas que não podem controlar

Pessoas mentalmente fortes não reclamam (muito) do tráfego, da bagagem perdida e especialmente das outras pessoas, pois reconhecem que todos esses fatores estão, geralmente, fora do seu controle. Em uma situação ruim, elas reconhecem que a única coisa que sempre podem controlar é a sua própria resposta e atitude.

5. Preocupar-se em agradar os outros

É impossível agradar a todos. Pior ainda é quem se esforça para desagradar outros como forma de reforçar uma imagem de força. Nenhuma dessas posições é boa. Uma pessoa mentalmente forte se esforça para ser gentil e justa e para agradar aos outros quando necessário, mas não tem medo de dar sua opinião ou apoiar o que acha certo. Elas são capazes de suportar a possibilidade de que alguém vai ficar chateado com elas, e passam por essa situação, sempre que possível, com graça e elegância.

6. Ter medo de assumir riscos calculados

Uma pessoa mentalmente forte está disposta a assumir riscos calculados. Isso é uma coisa completamente diferente do que pular de cabeça em situações obviamente tolas. Mas com a força mental, o indivíduo pode pesar os riscos e benefícios completamente, e avaliar plenamente as potenciais desvantagens e até mesmo os piores cenários antes de tomar uma atitude.

7. Saudosismo freqüente

Há força em reconhecer o passado e, sobretudo, as coisas aprendidas com as experiências passadas, mas uma pessoa mentalmente forte é capaz de evitar se afundar em decepções antigas ou fantasias dos “dias de glória” de outrora. Elas investem a maior parte de sua energia na criação de um presente e futuro melhores.

8. Cometer os mesmos erros repetidamente

Não adianta realizarmos as mesmas ações repetidas vezes esperando um resultado diferente e melhor do que o que já recebemos. Uma pessoa mentalmente forte assume total responsabilidade por seu comportamento passado e está disposta a aprender com os erros. Pesquisas sugerem que a capacidade de ser autorreflexivo de forma precisa e produtiva é uma das maiores características de executivos e empresários bem-sucedidos.

9. Ressentir o sucesso dos outros

É preciso ter força de caráter para sentir alegria genuína pelo sucesso de outras pessoas. Pessoas mentalmente fortes têm essa capacidade. Elas não ficam com ciúmes ou ressentidas quando outros alcançam sucesso (embora possam tomar nota do que o indivíduo fez bem). Elas estão dispostos a trabalhar duro por suas próprias chances de sucesso, sem depender de atalhos.

10. Desistir depois de falhar

Cada fracasso é uma oportunidade para melhorar. Mesmo os maiores empresários estão dispostos a admitir que seus esforços iniciais invariavelmente trouxeram muitas falhas. Pessoas mentalmente fortes estão dispostas a falhar de novo e de novo, se necessário, desde que cada “fracasso” os traga mais perto de seus objetivos finais.

11. Ter medo de passar tempo sozinhas

Pessoas mentalmente fortes apreciam e até mesmo valorizam o tempo que passam sozinhas. Elas usam esse tempo de inatividade para refletir, planejar e ser produtivas. Mais importante, elas não dependem de outros para reforçar a sua felicidade e humor. Elas podem ser felizes com os outros, bem como sozinhas.

12. Sentir que o mundo lhes deve algo

Na economia atual, executivos e funcionários de todos os níveis estão ganhando a percepção de que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável, independentemente da sua preparação e escolaridade. Pessoas mentalmente fortes entram no mercado preparadas para trabalhar e ter sucesso de acordo com seu mérito, ao invés de já chegar com uma lista de coisas que deveriam receber de mão beijada.

13. Esperar resultados imediatos

Quer se trate de um treino, um regime nutricional ou de começar um negócio, as pessoas mentalmente fortes entram nas situações pensando a longo prazo. Elas sabem que não devem esperar resultados imediatos. Elas aplicam sua energia e tempo em doses e celebram cada etapa e aumento de sucesso no caminho. Elas têm “poder de permanência” e entendem que as mudanças genuínas levam tempo.
E aí? Você tem força mental? Existem elementos nesta lista que você precisa melhorar? [Forbes]
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Prevenção ao câncer de próstata.

Ontem (17/11) foi o dia de luta contra o câncer de próstata. Segundo pesquisas de cada 6 homens 1 desenvolve câncer de próstata. Dai a importância da prevenção. Especialistas orientam que a partir dos 40 anos é importante fazer exames uma vez por ano, incluindo o toque retal. Todo tratamento precoce tem quase 100% de chance de cura. O profissional indicado é o Medico Urologista. Eu faco meus exames anualmente e você?  Como diz o ditado "é melhor prevenir do que remediar". A saúde vem em primeiro plano, o resto não tem pressa.

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Torcer pelo time do coração pode levar a um infarto? Tire essa e outras dúvidas

Tirando dúvidas sobre infarto..

Torcer durante uma partida decisiva de futebol pode levar a um infarto? Estudos já mostraram que jogos importantes podem elevar a ocorrência de ataques cardíacos. Porém, se o time "do coração" vencer, o efeito pode ser exatamente o oposto: a chance de sofrer um problema diminui.
"Toda situação de estresse emocional pode desencadear eventos cardíacos graves, dependendo da suscetibilidade da pessoa", explica o cardiologista Adalberto Lorga Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).
Segundo ele, é preciso levar em conta que ver futebol com os amigos e extravasar também tem seu lado positivo. Portanto, só deve evitar um jogo decisivo o torcedor que sabe que tem algum problema no coração (ou pelo menos desconfia) e não trata adequadamente.
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Tossir ajuda o infartado. MITO: no momento da tosse, a pressão intratorácica aumenta, mas isso não traz qualquer benefício para quem está enfartando. Portanto, não existe nenhuma recomendação médica nesse sentido. Quem suspeitar que esteja sofrendo um infarto deve se dirigir a um hospital e, caso não tenha alergias, pode tomar uma aspirina Thinkstock
As doenças do sistema cardiocirculatório são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os riscos podem ser reduzidos com hábitos de vida saudáveis, como ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios e não fumar. Médicos aconselham, ainda, exames periódicos para acompanhar os sinais de perigo antes de se sofrer um evento grave.

Apesar de tão prevalentes, as doenças do coração ainda são envoltas por concepções equivocadas. Além de Lorga Filho, o presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), Carlos Costa Magalhães, e o cardiologista Marcos Knobel, do Hospital Albert Einstein, esclarecem alguns mitos e verdades sobre o tema.
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Saiba dicas simples que ajudam a cuidar de seu coração

Cuidando do coração...

Neste Dia Mundial do Coração, diversos serviços serão oferecidospara diagnosticar doenças cardíacas e conscientizar a população sobre os riscos. Para o cardiologista do Hospital Santa Catarina, Enio Buffolo, mudanças simples nos hábitos de vida podem prevenir o surgimento de tais doenças.
Atualmente, essas enfermidades representam a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que só no ano passado as doenças cardiovasculares tenham sido responsáveis por 33% das mortes no Brasil.
O cardiologista explica que existe uma tríade que determina a cardiopatia: diabetes,pressão alta e colesterol elevado. “Essa é uma receita para em alguma fase da vida a pessoa desenvolver doenças”, diz o especialista. Ele observa que o número de diabéticos está crescendo drasticamente por conta da obesidade e dos maus hábitos alimentares.
O médico cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital Samaritano de São Paulo, Maurício Jordão, concorda. "O tratamento da hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia (alterações no colesterol) são fundamentais, não apenas com medicações específicas para cada doença, mas também com modificações no estilo de vida com atividade física e dieta pobre em gordura saturada e rica em fibras".
Outros fatores de risco de doenças cardiovasculares são hábito de fumar, vidasedentária e questões genéticas. Quase todos esses problemas podem ser controlados com medicação adequada e exercícios físicos regulares.
Buffolo afirma ainda que as atividades físicas ajudam a recuperar a autoestima e são fundamentais para a manutenção do programa de controle de riscos à saúde. Ele ressalta que, além dos exercícios, as pessoas devem fazer exames de rotina (controle de pressão arterial e uma série de exames de sangue, que incluem dosagem do açúcar, colesterol, função renal), principalmente a partir dos 40 anos. Teste de esforço ergométrico e ecocardiograma completam as medidas para detectar precocemente qualquer problema.
O cardiologista João Vicente, do Hospital e Maternidade São Luiz, destaca que “é essencial dosar a vitamina D por meio de exame de sangue uma vez que baixos níveis desse nutriente podem causar sérias complicações, como insuficiência cardíaca, infarto, arritmia e diabetes”.

Segundo o especialista, quando há deficiência de vitamina D, fica mais simples a formação de placas de colesterol, facilitando o início da insuficiência coronária, sinônimo de entupimento das artérias do coração. Ela também interfere no metabolismo da insulina, aumentando a glicose no sangue e consequentemente levando à diabetes.
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Tossir ajuda o infartado. MITO: no momento da tosse, a pressão intratorácica aumenta, mas isso não traz qualquer benefício para quem está enfartando. Portanto, não existe nenhuma recomendação médica nesse sentido. Quem suspeitar que esteja sofrendo um infarto deve se dirigir a um hospital e, caso não tenha alergias, pode tomar uma aspirina Leia mais Thinkstock
Veja as dicas para um coração saudável, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia:
1– Dizer não à obesidade, ou seja, controlar o peso;
2 – Consultar o médico de forma regular;
3 – Aferir a pressão arterial com frequência;
4 – Evitar o tabagismo;
5 – Observar a quantidade de sal nos rótulos dos alimentos;
6 – Praticar atividades físicas, evitando o sedentarismo;
7 – Ter uma alimentação saudável;
8 – Verificar se é diabético e se está com o colesterol alto;
9 – Levar uma vida com menos stress e,
10 – Amar a vida e o coração


SERVIÇO
CAMPANHA EM BUSCA DO CORAÇÃO SAUDÁVEL
Data: 30 de setembro de 2012
Horário: das 9h às 14h
Local: Marquise da lanchonete da área de esportes do Parque da Juventude - Zona Norte
Endereço: Av. Zachi Narchi, 1309 - Santana

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Cuidando da saúde...




  • O técnico da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei, Bernardinho, doou sua imagem para a campanha
    O técnico da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei, Bernardinho, doou sua imagem para a campanha
Nesta terça-feira (12), a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) realiza a campanha "Coração na Batida Certa", em comemoração ao Dia Nacional de Prevenção de Arritmias Cardíacas e Morte Súbita. Em sua sétima edição, a campanha objetiva conscientizar a população leiga e profissional por meio de ações educativas em locais públicos e privados, abordando medidas preventivas e de tratamento deste problema que acomete milhares de pessoas no Brasil e chega a vitimar fatalmente mais de 300 mil pessoas ao ano.
Desta forma, em diversas cidades brasileiras, médicos e outros profissionais da área da saúde promovem palestras, apresentam vídeos e demonstram atividades de ressuscitação cardiopulmonar com ou sem o uso Desfibriladores Externos Automáticos (DEAs). Parques, shoppings centers, calçadões, academias, universidades, hospitais, praças, estádios de futebol, entre outros locais serão palco das atividades. A campanha tem como slogan de sustentação a frase "Não deixe seu coração sair do ritmo".
Seguindo a tradição de ter grandes personagens como apoiadores, em 2013 a Sobrac tem como incentivador, ilustrando as peças de comunicação audiovisual da campanha, o técnico da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei, Bernardinho, que gentilmente abraçou a causa e doou sua imagem para a veiculação do comercial de TV, web e cartazes.
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Quem tem sopro ou arritmia não pode praticar esporte. MITO: é comum que pacientes com sopro ou arritmia possam fazer atividades físicas normalmente. O impedimento vale só para casos graves. "O sopro é uma manifestação clínica e só um cardiologista pode avaliar o que ela significa, se é uma alteração importante no coração ou um evento sem consequências. O mesmo vale para a arritmia", explica o cardiologista Marcos KnobelLeia mais Thinkstock/ Fonte: Run&Fun/http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/11/11/profissionais-alertam-para-risco-de-arritmias-cardiacas-e-morte-subita.htm
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Todo mundo precisa de terapia? Veja o que dizem os especialista

Cuidando da saúde...


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    À medida que o indivíduo leva seu conflito para a sessão, tudo se torna mais leve e diminui o sofrimento
    À medida que o indivíduo leva seu conflito para a sessão, tudo se torna mais leve e diminui o sofrimento
Quem nunca ouviu esta frase: “todo mundo precisa de terapia”? É uma daquelas máximas que ganham o mundo e vão passando de boca em boca. Mas será que é verdade? A resposta é não. E a razão é simples: fazer terapia é uma questão de escolha e não dá para obrigar ninguém a isso, pois requer disponibilidade e comprometimento.

“Por outro lado, é fato que grande parte das pessoas viveu situações traumatizantes ou abusivas ao longo da existência e necessita de tratamento para encontrar novas formas de lidar com o que aconteceu”, diz Miriam Barros, psicóloga clínica formada pela FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) e psicodramatista formada pela PUC (Pontifícia Universidade Católica).

Os ganhos são enormes em termos de qualidade de vida, ela afirma. No processo analítico, você adquire autoconsciência e passa a se perceber melhor, prestando atenção nas escolhas que faz. Dessa forma, enxerga como estão seus relacionamentos e, a partir daí, toma atitudes mais saudáveis e construtivas.

Autoconhecimento

Na opinião de Marília Castello Branco, psicóloga dos setores de adolescentes e mulheres do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), todas as pessoas deveriam, sim, cuidar da saúde mental. “Mas existem diferentes maneiras de se chegar lá, a psicoterapia é apenas uma delas. E, apesar de extremamente benéfica, a verdade é que nem todos dispõem de tempo, disposição e vontade de fazer.”

Se você tem dúvidas se deveria ou não investir nesse recurso, considere que há duas formas de enxergá-lo: como tratamento ou forma de autoconhecimento. No primeiro caso, ele vem ajudar a resolver um ou mais problemas, da dificuldade num relacionamento a quadros específicos como depressão, ansiedade, fobia, pânico, envolvimento com álcool e drogas.
No segundo, a pessoa simplesmente recorre a esse instrumento para se conhecer melhor. “A pergunta que devemos fazer é: para que ficar sofrendo se existe uma maneira de lidar com os entraves da vida e, muitas vezes, transformá-los? Questões familiares, afetivas, de trabalho, na relação com o outro – tudo isso pode ser abordado, resolvido, aperfeiçoado”, diz Marília Castello Branco.

Encarando o problema, ele parece menor

É aquela velha história: muitas vezes, falando do obstáculo ou da adversidade, ele fica menor. “À medida que o indivíduo leva seu conflito para a sessão, tudo se torna mais leve e diminui o sofrimento. E, com o passar do tempo, o paciente adquire outras conquistas: autoconsciência, autoestima, autoconfiança. Através do olhar do profissional, percebe uma nova possibilidade de ser visto e valorizado”, explica Miriam Barros.

Antes de se decidir pela terapia convencional, é bom fazer uma reflexão para saber qual o caminho ideal. Todos nós temos o que a psicanálise chama de “subjetividade”. Só que cada um lida com isso de forma particular. “Há sujeitos mais verbais, com aptidão da palavra, que elaboram bem suas questões falando com um terapeuta. Outros são mais fechados, e talvez se deem melhor com trabalhos como arteterapia ou musicoterapia. Há, ainda, os que, para manter a saúde mental, buscam a religião ou práticas como meditação, ioga, contato com a natureza. Enfim, o importante é procurar o que é mais proveitoso para você”, aconselha Marília Castello Branco.

PARA REFLETIR

Existem terapias pontuais/focais ou abrangentes. Ou seja: o profissional pode ser procurado para tratar de uma questão específica – como o medo de avião, por exemplo –, ou algo maior, como o desejo de mudar ou transformar a vida. “Neste último caso, são mais indicadas as terapias profundas, ou psicodinâmicas. Entre elas a análise, que pode ser de várias abordagens, de acordo com o gosto e a personalidade de cada um”, diz Marília Castello Branco
A escolha errada de um terapeuta pode, sim, atrapalhar mais do que ajudar. Então, a dica é: procure indicações de conhecidos e siga sua intuição. “É importante você se sentir bem, à vontade, seguro. Claro que precisa estar preparado para ser questionado, e também para colocar questões desagradáveis, pois isso faz parte”, diz a psicóloga. Dica: converse com vários profissionais antes de escolher, e não tenha medo de mudar caso acredite que o processo não está se desenvolvendo bem
Qualquer transtorno mental – depressão, fobia, ansiedade extrema, psicose – precisa e deve ser tratado. E, em grande parte das vezes, a psicoterapia é fundamental (embora muitas vezes seja preciso usar medicamentos)
“De perto, ninguém é normal” - em relação a esta outra frase que corre o mundo, Miriam Barros observa que, dentro da psicologia, o conceito de “normalidade” é bastante controverso. “O limite entre o que é sadio e patológico (doentio) é muito tênue. Porém, podemos dizer que existem indivíduos que conseguem levar o cotidiano com espontaneidade e criatividade e não apresentam grandes conflitos internos para resolver.” Marília Castello Branco, por sua vez, completa que se deve olhar com cautela para indivíduos “excessivamente normais”: “Pode ser indício de um problema ou de um mecanismo de defesa enorme para não se confrontar com questões internas. É o que chamamos de ‘normopatia’, que não existe nos manuais, mas vemos frequentemente”
A saúde psicológica é responsável pela maneira como você conduz sua vida, escolhe seus relacionamentos e lida com o trabalho, a família, os amigos... “Se as pessoas tivessem uma noção da real importância disso, não demorariam tanto para procurar ajuda e teriam melhor qualidade de vida”, conclui Miriam Barros
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