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5 mitos que fedem sobre o seu cocô

5 mitos que fedem sobre o seu cocô

Publicado em 24.04.2014
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Todo mundo faz cocô. Por mais que muitos se recusem a falar sobre isso e tenham vários pudores em relação ao assunto, nem Kate Middleton, nem Sandy, nem Beyoncé podem escapar desse fenômeno biológico. Porém, com tanto tabu, um conjunto de rituais e crenças, algumas falsas, têm sido criados sobre o ato de limpar os próprios intestinos.
Você pode pensar que é entendido do assunto, mas equívocos são comuns. Confira a verdade por trás de cinco enganos sobre defecar:

5. Fazer cocô diariamente é o normal e o ideal

O exército dos Estados Unidos certa vez incentivou seus soldados a realizar três Bs diários: barbear-se, banhar-se e, bem… borrar-se. Isso pode implicar que o último B é uma rotina diária saudável à qual devemos nos esforçar para manter. Porém, a principal preocupação do exército não é exatamente saúde a longo prazo.
Gastroenterologistas ironizam que qualquer coisa na faixa de três vezes ao dia até três vezes por semana é normal, assumindo que as fezes não sejam muito soltas ou duras. Ou seja, regularidade não significa que a defecação deve acontecer diariamente, e sim, que isso deve acontecer de forma consistente. Frequência só se torna uma preocupação quando muda de repente, de qualquer forma que seja.
A prisão de ventre é causada por muitos fatores, como má alimentação, desidratação, falta de exercício, o jet lag ou a mudança de dieta durante uma viagem, gravidez e certos medicamentos. Ter um bom descanso, beber mais água, fazer exercícios e ter uma dieta rica em fibras de grãos, frutas e legumes devem resolver o problema. Se não, uma escassez de evacuações podem apontar (ou levar a) uma condição médica séria.
A diarreia, ou intestino solto, também é causada por vários fatores, geralmente por vírus, bactérias ou uma reação alérgica. Quando o quadro acontece com muita frequência, pode ser um sinal de uma doença crônica, como a síndrome do cólon irritável.

4. É de se esperar que cheire mal

Cocô pode não cheirar a rosas, mas também não deve cheirar como um pântano podre de rosas. Uma evacuação que cheire realmente muito mal – algo reconhecidamente difícil de quantificar por escrito – pode ser um sinal de uma infecção ou algo mais sério, como a doença de Crohn, doença celíaca ou colite ulcerosa.
A giardíase, uma infecção do parasita Giardia, é um dos culpados mais conhecidos por causar um cocô de cheiro horrível. Se sentir odor ruim durante um período prolongado ao defecar, você deve consultar um médico.
Talvez surpreendentemente, soltar gases de manhã à noite é normal e saudável, um subproduto natural das bactérias do seu intestino que digerem a comida. Mas, assim como no caso do cocô, gases consistentemente fedidos podem ser um sinal de algo sério.

3. O cólon precisa de uma boa lavagem

Limpeza de cólon é uma das piores coisas que você pode fazer para sua saúde a longo prazo – apesar de sua popularidade em vários lugares do mundo. Na sua forma mais benigna, a limpeza do cólon é um desperdício de tempo e dinheiro. Estudos recentes, no entanto, revelaram quão prejudicial a prática é.
Em suma, você não pode lavar as coisas ruins, sem lavar as coisas boas. Contudo, o pior é que não há coisas ruins para lavar. Essas toxinas e quilos de matéria fecal apodrecida e compactada? Não existem.
Com cada “limpeza”, você está liberando bactérias benéficas e eletrólitos. Cerca de mil espécies de bactérias residem no cólon e ajudam nas fases finais da digestão, incluindo a absorção de água, a fermentação de fibras e de absorção de vitaminas, particularmente das vitaminas K, B1, B2, B7 e B12.
Salas de emergência regularmente recebem pacientes que se machucam na limpeza intestinal. Efeitos colaterais mais comuns são desidratação, perfurações retais, embolia aérea, infecções do sangue e uma perda da capacidade de controlar os músculos dos intestinos.
Não há toxinas no cólon que sejam absorvidas no sangue para causar doenças. Esta teoria da autointoxicação foi comprovada incorreta mais de 100 anos atrás.

2. Levar o tempo que você precisar no banheiro é saudável

O mito de que é saudável sentar-se no vaso sanitário por um tempo prolongado permeia a cultura popular. O autor Henry Miller dedicou um capítulo de “Os Livros da Minha Vida”, de 1952, a ler no banheiro. Mesmo um episódio do seriado “Seinfeld” contou com o personagem George sendo forçado a comprar um livro ilustrado caro que ele tinha levado para o banheiro da livraria para ler.
E revistas são encontradas com tanta freqüência nos banheiros das pessoas que se poderia pensar que é natural, ou até mesmo benéfico, relaxar no toalete. Isso não procede por duas razões.
Estudos têm mostrado uma ligação entre a leitura no banheiro e doença hemorroidária. A teoria, que remonta a um estudo de 1974, é que ficar um tempo prolongado sentado no vaso sanitário, durante o qual o ânus está relaxado, seguido por esforço repetido, irrita os tecidos circundantes do reto chamadas almofadas anais, que ajudam os movimentos de controle intestinal. Isto pode levar a inflamar as veias nesta área, o que é popularmente conhecido como hemorroidas.
Um estudo publicado na revista “The Lancet”, em 1989, relatou que pacientes com hemorroidas eram mais do que duas vezes propensos a ler no banheiro. Um estudo de 1995 na revista “Colon & Rectum” descobriu que 40% dos pacientes com doença benigna anorretal lê no banheiro. E um estudo de 2009 publicado na “Neurogastroenterology & Motility” também descobriu que pessoas que sofrem com inflamação das hemorroidas são mais propensos a serem leitores sanitários.
O que não está claro, no entanto, é se passar um tempo prolongado sentado no vaso sanitário provoca hemorroidas ou o hábito é o resultado disso. De qualquer forma, os médicos recomendam uma dieta com mais fibra para não ficar mais tempo no banheiro e fazer com que o intestino funcione melhor.
A segunda razão de por que a leitura de banheiro é um problema é sujeira. Vários estudos revelam como livros, revistas e smartphones se contaminam com a matéria fecal quando usados no banheiro. E é difícil lavar papel ou um iPhone.

1. Mais cocô leva a mais perda de peso

Comparado com os outros mitos que citamos, este ao menos parece estar alinhado com as leis da física: quanto mais sai, menos você está carregando por aí. Infelizmente, não é bem por esse lado.
Muitas pessoas tomam laxantes ou bebem chás com a esperança de defecar mais calorias. O problema desta abordagem, entretanto, é que a absorção de calorias ocorre na maior parte no intestino delgado. Laxantes fazem o seu trabalho no intestino grosso, ou cólon.
No caso da dieta oriental, onde as taxas de obesidade são bem menores do que no ocidente, o que estamos testemunhando é o efeito de uma dieta rica em fibras, em que a fibra insolúvel proporciona uma sensação de saciedade sem agregar muitas calorias. Essa fibra vem em grãos integrais, feijões, vegetais e cascas de vegetais, sementes e nozes – característicos de uma dieta asiática. Alimentos ricos em fibras trazem menos calorias por quilo, em comparação aos alimentos pobres em fibras, tais como carnes e alimentos processados ​​- característicos de uma dieta ocidental.
Fibras fazem com que você defeque com regularidade e esvaziam seu corpo com muita eficiência. É melhor começar a comer a granola que a sua irmã comprou e esqueceu no armário da cozinha, ao invés de comprar um laxante. [LiveScienceHow Stuff WorksChinatown ConnectionThe Telegraph]
Fonte:http://hypescience.com/5-mitos-que-fedem-sobre-o-seu-coco/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
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Fundamentalismo religioso poderá ser considerado doença mental

Dizem por aí que tudo que é exagerado faz mal. No caso do fundamentalismo religioso, esse exagero pode ser tão ruim a ponto de ser considerado uma doença. É o que defende a neurologista Katheleen Taylor, da Universidade de Oxford (Inglaterra). Segundo ela, pesquisas desenvolvidas recentemente sugerem que em breve seremos capazes de tratar o fundamentalismo religioso e outras formas de crenças ideológicas potencialmente prejudiciais para a sociedade como uma forma de doença mental. Ela fez essa afirmação durante uma palestra no Festival Literário Hay, que aconteceu no País de Gales, na última quarta-feira. De acordo com ela, as ideologias muito radicalizadas em breve poderão ser vistas não como uma escolha pessoal, feita com base no livre-arbítrio, mas sim como uma categoria de transtorno mental. Katheleen também disse que os novos estudos da neurociência poderiam considerar extremistas, por exemplo, os integrantes do Hamas (Movimento da Resistência Islâmica), como pessoas com doença mental, ao invés de criminosos terroristas. Carl Sagan – Contra a força das superstições e fundamentalismo Prevendo o choque da sociedade, a neurologista disse: “Uma das surpresas pode ser a de ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem receber tratamento médico por conta disso”. Muito além do islamismo… Para Katheleen, o rótulo do que pode ser considerado “fundamentalismo” é um tanto abrangente, e pode ir além do que você imagina. “Eu não estou falando apenas dos candidatos óbvios, como o islamismo radical ou alguns cultos mais extremos. Estou falando sobre coisas como acreditar que bater nos filhos é normal. Essas crenças também são perigosas, mas normalmente não são categorizadas como doença mental”, afirma. Complicações morais e éticas A questão se torna complicada na hora de classificar e rotular coisas como o fundamentalismo. Afinal, o que é ser “fundamentalista”? Outra dificuldade é estabelecer um limite entre o que pode ser considerado uma escolha, consciente e feita com base no livre-arbítrio, e o resultado de uma lavagem cerebral, que pode ser diagnosticada como doença mental. Do ponto de vista da mente ocidental, por exemplo, a tendência para equiparar “fundamentalismo” exclusivamente com o islamismo radical é muito tentadora, principalmente por conta do teor das notícias que estamos acostumados a ler sobre o que acontece no Oriente Médio. Mas fica a reflexão: quão menos “fundamentalista” que um Osama Bin Laden é uma nação capitalista que bombardeia impunemente regiões civis e urbanas de países como Laos, Camboja e Coreia do Norte? Como seria uma religião mundial ideal Aliás, quão menos fundamentalista é uma pessoa que aceita vender todos os seus bens para entregar tudo o que tem a um pastor que garante a ela um terreno no céu? Em uma escala muito maior, e potencialmente mais frutífera, está o reconhecimento de que todo o domínio das crenças religiosas, convicções políticas e fervor nacionalista patriótico poderiam ser considerados não só perigosos, mas uma ferramenta de manipulação em massa. “Todos nós mudamos nossas crenças. Todos nós persuadimos uns aos outros para fazer certas coisas. Todos nós assistimos publicidade. Todos nós somos educados e temos experiências com religiões. E a lavagem cerebral, se você deixar, é o extremo disso. É forte, é coerciva, e é como um tipo de tortura psicológica”, declara Katheleen. E você, o que acha de tudo isso?[Digital Journal] Abaixo um vídeo onde Katheleen fala sobre o assunto (em inglês):
 

Fonte: http://hypescience.com/fundamentalismo-religioso-podera-ser-considerado-doenca-mental/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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19 coisas que acabam com sua força de vontade (e como lidar com elas)

Dica de final de ano....

Por  em 2.12.2013 as 22:00

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O fim do ano se aproxima e, provavelmente, muitos de seus amigos (ou muitos de vocês) vão se inscrever numa academia, iniciar um “Projeto Verão” e se exercitar com disciplina durante alguns meses… só para depois abandonar tudo que começaram. Existem pelo menos 19 razões por trás desse tipo de comportamento. Há como lidar com elas, no entanto. Confira as dicas de David DiSalvo, colaborador da Forbes:

1. Muita vontade, pouco equilíbrio

A onda de inscrições em academias no começo do ano é um fenômeno praticamente mundial, e em geral é fruto de uma vontade exagerada de entrar em forma para poder ir à praia sem se sentir constrangido por causa de gordura localizada ou de algumas estrias.
Embora o simples fato de iniciar uma rotina de exercícios seja bom, não é suficiente: é importante ter equilíbrio na hora de aplicar sua força de vontade, ou então ela vai acabar em questão de semanas – e isso vale para outros casos de “explosões de vontade”.

2. Excesso de autoconfiança

“Me livrei do vício do cigarro, não se preocupe”, disse aquele seu amigo que voltou a fumar alguns meses depois de ter parado.
Muitas vezes, ficamos tão satisfeitos por termos superado um hábito (fumar, comer demais etc.) que acabamos superestimando nossa capacidade de evitar uma recaída.
Se quiser testá-la, faça com cautela.

3. Há limite para o autocontrole

Até mesmo aqueles monges tibetanos que passam horas (ou dias) meditando precisam recarregar sua força de vontade depois de algum tempo. Se isso vale para pessoas disciplinadas como eles, vale ainda mais para pessoas, digamos, comuns.
Não é por acaso que muitos casos de traição acontecem à noite: nesse período, boa parte da nossa capacidade de resistir a tentações foi gasta ao longo do dia (o que não justifica, mas explica o fenômeno).

4. Pouca energia para o cérebro

O cérebro consome cerca de 25% da glicose que circula no organismo de uma pessoa e, em situações de estresse, essa demanda aumenta. Se o corpo não fornecer combustível suficiente, as funções cerebrais (inclusive o autocontrole) ficam comprometidas.

5. Mudar exige constância

Nossos padrões de comportamento não são como uma montanha, inertes: eles ganham força, e superá-los fica mais difícil com o tempo. São como uma escada rolante que vai ficando mais rápida conforme você sobe, exigindo mais e mais energia.
Ter consciência disso é um recurso fundamental na hora de lidar com eles.

6. Pensamentos automáticos negativos

Como forma de lidar com o excesso de complexidade de nossas vidas, é comum recorrer a pensamentos automáticos, que não são fruto de uma reflexão feita no momento, mas que surgiram anteriormente e acabaram “ficando”.
Se houver pensamentos negativos (“isso é ruim”, “não consigo fazer isso”, “não levo jeito para isso”) entre eles, será mais difícil agir, porque eles enfraquecem sua determinação.
Identifique-os e, na medida do possível, lute contra eles.

7. Excesso de independência

Nem mesmo protagonistas de filmes de ação conhecidos por “fazer tudo sozinhos” (o que no fim das contas não corresponde à realidade do filme, já que eles quase sempre contam com o apoio indireto de outros personagens) conseguem agir com total independência por muito tempo – a falta de suporte e a sensação de pequenez diante dos problemas pouco a pouco corroem a força de vontade.

8. Reflexão ajuda, mas não basta

Muitas vezes caímos na ilusão de que, se passarmos tempo suficiente refletindo, vamos conseguir resolver um determinado problema. Infelizmente, nem sempre a solução surge com esse tipo de abordagem, já que há informações que só conseguimos na hora de agir.
Além disso, esperar muito tempo por uma “inspiração” pode, no fundo, ser apenas uma forma de procrastinar (ou seja, adiar a ação).

9. “Na prática, a teoria é outra”

Levando em conta o item número 8, podemos concluir que um plano que pareça bom “no papel” não necessariamente vai ser bom o suficiente na hora da execução – normalmente por conta de imprevistos.
Tenha fé em seus planos, mas não exagere, pois o risco de se frustrar é grande.
Melhor do que apostar todas as suas fichas em uma única abordagem seria ter um plano B, um C, um D… Ou exercitar sua capacidade de se adaptar a novas condições.

10. Falta de sono

Mesmo sabendo o quanto uma boa noite de sono é necessária para manter o bom funcionamento do cérebro, muitos de nós insistem em agir como se uma ou duas horas a menos não fizessem falta. Ledo engano: se quebrarmos o ciclo do sono, temos o risco de acordar tão cansados (ou até mais) quanto estávamos antes de dormir.
Não é preciso ressaltar que isso tem um grande impacto na força de vontade.

11. Subestimar os efeitos químicos dos alimentos (e das bebidas)

Refeições podem ser grandes aliadas na hora de enfrentar problemas, dando energia necessária para agirmos (ou, como você viu no item 4, pensarmos); por outro lado, também podem ser uma das causas do nosso fracasso em determinada tarefa: uma comida muito “pesada” pode aumentar a tentação de tirar um cochilo à tarde, e uma cerveja a mais pode diminuir nossa disposição.
Reconhecer esses possíveis efeitos deve ajudar você a não superestimar sua capacidade de lidar com eles (item 2).

12. Falta de fé (em si mesmo)

Não acreditar que seremos capazes de algo (como tirar a habilitação de motorista ou passar no vestibular) é um passo rumo ao fracasso, pois essa falta de fé pode dar início a um processo interno de autossabotagem: o medo de falhar aumenta por conta da certeza de que vamos falhar; a ideia do fracasso se torna mais próxima e gera ansiedade; ansiedade prejudica o desempenho…
Naturalmente, a crença de que você vai conseguir não garante o sucesso, mas é um ingrediente fundamental para ele (a menos que você prefira contar com a sorte).

13. Nos acostumamos a desistir

“Ah, hoje eu não vou na academia. Vou amanhã”. O amanhã chega, e, estranhamente, deixar de ir à academia ficou mais fácil. Se você ceder à tentação mais uma vez, será ainda mais fácil desistir no dia seguinte.
De alguma forma, nós acabamos nos habituando a desistir de certos sacrifícios, e essa desistência se torna cada vez mais natural – o que pode culminar em um abandono definitivo de um projeto.

14. Falta de feedback

Fruto do excesso de independência (item 7), a falta de feedback a respeito das nossas ações tende a provocar desânimo, além de uma sensação de que “ninguém se importa”.
Outro problema é a ausência de um olhar externo, que poderia nos ajudar a perceber certas falhas que cometemos.

15. Pensamos no pior que pode acontecer

A ideia de se preparar para o pior é sensata, mas pode acabar caindo no exagero e fazendo com que desanimemos.
Essa é uma espécie de autossabotagem (item 12), que pode gerar uma ansiedade desnecessária e uma desistência por conta de algo que provavelmente nem aconteceria.

16. Foco excessivo na jornada

A expectativa de atingir um objetivo pode acabar sendo maior do que a satisfação de atingi-lo. Contudo, levar essa ideia muito a sério pode fazer com que uma pessoa perca seu objetivo de vista e, pouco tempo depois, desanime.
É importante equilibrar o apreço pela meta e com o apreço pela jornada.

17. A armadilha do hábito

Tudo começa com uma ideia, uma ação e uma recompensa. O ciclo se repete e, em pouco tempo, você tem um hábito (ou um vício), que exige uma boa força de vontade para ser quebrado.
Tenha consciência disso e não se deixe enganar: o “só vou experimentar uma vez” pode não ser uma ideia tão inocente quanto parece à primeira vista.

18. Vontade sem técnica

Ferramentas e métodos errados não apenas aumentam as chances de falhar: eles tornam processos mais difíceis do que deveriam ser e fazem com que demandem mais esforço.
Causam, no fim das contas, um gasto desnecessário do seu “combustível”.

19. Licença moral

Existe uma tendência a acreditar que fazer algo louvável pode compensar uma prática ruim (ideia batizada de “licença moral” pelos psicólogos), o que nem sempre é verdade.
Com esse (falso) recurso em mãos, podemos acabar escolhendo caminhos mais fáceis, que não exijam tanta força de vontade – e essa falta de prática tende a enfraquecê-la. [Forbes]
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Segredos das famosas para manter a forma

Olha que beleza:

Segredos das famosas para manter a forma

MAIS ÁLBUNS
Imagem 88/88: Sem um pingo de gordura fora do lugar, Fernanda Lima, apresentadora do programa Amor & Sexo, da Rede Globo, é mesmo um fenômeno quando o assunto é corpo. Aos 36 anos, mãe dos gêmeos João e Francisco, de 5 anos, ela parece ter encontrado a fórmula secreta para não deixar o tempo mudar seus contornos perfeitos. "Em casa, todos comem saladas, legumes, açaí, massas integrais e quinua. Também evito doce e bebo muita água", conta. A atividade física também tem papel fundamental na vida de Fernanda: ela sempre se exercitou e adora esportes ao ar livre. Mas o exercícios principal há mais de uma década é a ioga. Inclusive, praticou as posturas do início ao fim da gestação. "Todos os dias pego meu tapetinho e faço uma hora de ioga. Também nado na praia e, quando sobra tempo, tenho aula de pilates", revela


Fonte: http://boaforma.uol.com.br/album/2012/04/03/segredos-das-famosas-para-manter-a-forma.htm
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Estudo traça vantagens e desvantagens de cada estilo de corrida

Vamos exercitar o corpo.
Com a temporada de treinamento para maratonas atingindo seu auge, é chegado o momento de voltar a conversar sobre a melhor forma de correr. A maneira como o pé dos maratonistas deve tocar o chão é motivo de um debate acalorado entre atletas e treinadores, apesar das poucas evidências que confirmam qual é o melhor método para ser utilizado durante a corrida.
Entretanto, um novo estudo pode ajudar a acabar com as disputas, sugerindo que cada estilo de corrida tem suas vantagens e desvantagens, e que a melhor forma de correr depende quase certamente do tipo de corredor que você já é.
Para o estudo publicado em junho pela revista Medicine & Science in Sports & Exercise, pesquisadores do Centro de Pesquisa em Medicina Esportiva de Tampere, na Finlândia, utilizaram tecnologias de captura de movimento para determinar de que forma 286 jovens adultos que integravam equipes esportivas da região corriam. Nenhum deles participava de competições de corrida em longa distância e todos usaram tênis de corrida normais durante os testes.
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Conheça dez erros cometidos por quem corre10 fotos

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USAR UMA TÉCNICA INCORRETA - quando usa uma técnica inadequada, o corredor despende muita energia durante o exercício. O diretor da empresa de assessoria esportiva Run&Fun Mário Sérgio Andrade Silva recomenda que se busque orientação em revistas especializadas ou ajuda de um treinador para analisar como anda sua técnica de corrida Thinkstock/ Fonte: Run&Fun
Os exames mostraram que apenas 19 mulheres e quatro homens pisavam antes com a parte da frente do pé quando corriam.
Esses números limitados estão de acordo com relatórios anteriores que, em quase todos os casos, exibiam uma maioria esmagadora de corredores – sejam homens ou mulheres, rápidos ou lentos – que pisam antes com o calcanhar.
Em um estudo revelador publicado em maio pela revista The International Journal of Sports Physiology and Performance, quase 2.000 atletas que participaram de uma edição recente da maratona Milwaukee Lakefront Marathon foram filmados na metade do percurso e tiveram a passada analisada. Cerca de 94% das pessoas demonstraram pisar antes com os calcanhares, incluindo vários dos corredores mais rápidos.
Da mesma forma, quando pesquisadores de New Hampshire estudaram corredores do batalhão do meio durante uma maratona local, eles descobriram que quase 90% deles pisava antes com o calcanhar, de acordo com filmagens realizadas após 10 quilômetros de corrida. Curiosamente, dos % restantes, a maior parte tinha passado a pisar com o calcanhar, quando foram filmados novamente perto do fim da corrida e já estavam cansados.
Apesar disso, alguns técnicos de corrida e outros especialistas questionam o hábito de pisar antes com o calcanhar, destacando que quando os corredores não usam tênis, teoricamente a forma mais natural de corrida entre os humanos, muitos – embora não todos – adotem o estilo de corrida que usa primeiro a parte da frente do pé. Segundo entusiastas, isso sugere que pisar com a parte da frente do pé é a forma inerentemente correta para os seres humanos correrem.
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Ultramaratonistas dão dicas para quem está começando a correr42 fotos

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A corrida faz cada vez mais sucesso como alternativa barata e simples para manter a forma. Mas correr sem um bom acompanhamento médico e de um profissional de educação física pode ser arriscado, causando lesões. Os ultramaratonistas Carlos Dias - de branco - e Luiz Guilherme Lorenzetto dão algumas dicas para correr com prazer e segurança Leia mais Fernando Donasci/UOL
Entretanto, se esse for o caso, pisar com a parte da frente do pé deveria diminuir as chances de lesões causadas por corridas e essa era a possibilidade que os pesquisadores finlandeses desejavam explorar.
Por isso, eles uniram as 19 corredoras que pisam antes com a parte da frente do pé com um número igual de mulheres que pisam antes com o calcanhar, com idades, altura, peso, e ritmo de corrida similares. (Havia poucos homens que pisavam antes com a parte da frente do pé para incluí-los).
As mulheres receberam sensores de captura de movimento e foram novamente filmadas enquanto corriam. Elas também foram submetidas a testes de força nas pernas e nos quadris.
Ao unir os dados resultantes a fórmulas validadas em outros experimentos, os pesquisadores determinaram quanta força as mulheres criavam a cada passada e – o que é mais interessante – onde essa força era mais intensa.
Em geral, os joelhos, calcanhares e tendões de Aquiles são os locais onde ocorre a maior parte das lesões ligadas a corridas, de acordo com descobertas de estudos anteriores. Durante o experimento, muitas mulheres torciam o joelho, especialmente quando pisavam primeiro com o calcanhar. Essa forma de correr resultou em cerca de 16% mais força passando pelas juntas dos joelhos, se comparada com os resultados das mulheres que pisavam primeiro com a parte da frente do pé. As forças elevadas eram especialmente evidentes nas patelas de quem pisa antes com o calcanhar e com a porção média ou interior dos joelhos, em que as juntas são especialmente vulneráveis ao impacto excessivo.
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Cardiologista faz recomendações para quem vai disputar a São Silvestre9 fotos

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A São Silvestre, corrida de rua mais famosa do Brasil, acontecerá tradicionalmente no último dia do ano (31). Mas, antes de participar do evento, é importante alguns cuidados básicos para completar o percurso. Segundo o cardiologista e responsável pelo Sport Check-up do HCor, Nabil Ghorayeb, a recomendação para a prova é de pelo menos 120 a 180 dias de preparação, já que são 15 km com subidas e descidas importantes, mesmo para quem tem alguma experiência Thinkstock/ Fonte: Run&Fun
Todavia, as pernas das corredoras que pisam primeiro com a parte dianteira do pé não eram imunes à força. Elas simplesmente a absorviam de forma diferente, com quase 20% mais força passando por calcanhares e tendões de Aquiles, se comparadas às mulheres que pisam primeiro com o calcanhar.
Em essência, esses resultados mostram que não é possível fugir do impacto cumulativo das corridas, não importa como pise, afirmou Juha-Pekka Kulmala, doutorando atualmente na Universidade de Jyvaskyl e líder do estudo.
Pise com o calcanhar e você irá forçar os joelhos, levando possivelmente a condições como a síndrome da dor patelofemoral. Pise com a parte da frente do pé e irá forçar o calcanhar e o tendão de Aquiles, aumentando a possibilidade de lesões como tendinopatia de Aquiles, facite plantar e fraturas de estresse do pé.
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Saiba quais alongamentos fazer antes e depois da corrida18 fotos

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No livro "Alongue-se" (Ed. Summus Editorial), o americano Bob Anderson reúne alguns alongamentos que podem ser feitos antes e depois dos exercícios. À direita veja os alongamentos para fazer antes da corrida e à esquerda veja como alongar depois da atividade: Leia mais Thinkstock/Arte UOL
Em outras palavras, não existe uma forma indolor e invariavelmente correta de correr.
Contudo, os resultados também indicam que alterar estrategicamente a passada pode ser aconselhável para alguns corredores.
"Pessoas que sofrem de problemas no joelho podem se beneficiar da passada com impacto frontal", afirmou Kulmala. "Por outro lado, pessoas que se queixam de dores no tendão de Aquiles podem se beneficiar da passada com impacto posterior".
Entretanto, mudar a passada não é uma tarefa fácil, conforme podem confirmar os incontáveis corredores que tentam fazê-lo.
"Acredito que corredores experientes são capazes de modificar o padrão da passada com relativa facilidade", afirmou Kulmala. "No entanto, atletas inexperientes terão mais dificuldade".
Entre em contato com um treinador de sua região para se aconselhar e peça para um amigo ou cônjuge filmá-lo enquanto corre, para que possa documentar como seu pé entra em contato com o chão. Kulmala alerta para que todas as mudanças sejam feitas com calma.
Além disso, se você tem poucas experiências com lesões e se sente confortável com seu tipo de passada, nem pense em mudá-la. Segundo Kulmala, a melhor forma de correr é aquela que permite que você se mova de forma regular.
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